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Lojas em segunda mão: a caça ao tesouro preferida de quem garimpa ao domingo

Garimpar já não é o plano B de quem está teso, mas um recreio onde a peça única vale mais do que qualquer novidade.

Por Lina Weber··1 min de leitura

Empurrar a porta de uma loja em segunda mão é aceitar que não sabes o que vais encontrar. E é precisamente isso a graça: zero algoritmo, só o olho, a mão e a paciência.

O ritual de quem garimpa

Vasculha-se prateleira a prateleira, apalpam-se os tecidos, imagina-se a peça com outras três coisas do roupeiro. No Luxemburgo, as feiras de bairro e os cantos de segunda mão tornam-se encontros onde se garimpa tanto quanto se conversa.

Porque está a bombar agora

Entre a disparada dos preços do novo e o cansaço da fast fashion, encontrar um casaco vintage barato virou troféu social. O "onde é que arranjaste isso?!" substituiu o "quanto é que custou?", e cada peça salva é uma roupa a menos no lixo.

Fontes

  • Décodage du phénomène friperie et brocante mode, et de son ancrage dans les habitudes luxembourgeoises.
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